27 abril 2009

nota nada musical

Certa vez, enquanto conversava com um amigo acerca do mundo virtual, falamos a respeito dos motivos de se escrever em um blog. Percebi que o espaço virtual é uma forma de liberdade. Pessoas escrevem todos os dias, falando desde dores de barriga à questões políticas. No meu caso, uso esse espaço para criar histórias. Ou contos. Não sei. Faço do afeto literário uma oficina onde aprendo, cada vez mais, a manter meus pés no campo ficcional, tratar de literatura que é o meu objeto de estudo e, assim, mantenho o meu objetivo de seguir escrevendo, recebendo comentários e críticas e acreditando que liberdade e libertinagem se diferem por uma linha bastante sensível. Pessoas de bom senso sabem fazer uso da liberdade. Quanto à libertinagem, eu tento esquecer e apago comentários que não demonstram interesse no que escrevi ou que fujam do contexto.

Pode parecer que estou dando satisfação e estou. Assim que entro em meu blog, dou de cara com um comentário sarcástico e de mau gosto. Coisa que nunca havia ocorrido antes. Meu objetivo aqui é bastante claro. Meu blog não é um diário, tampouco um blog jornalístico ou algo que venha expor minha vida particular. Não é este o meu propósito. Não tenho preconceito algum com blogs que sigam a linha de diários virtuais, eróticos ou que sejam voltados para relacionamento entre blogueiros. No entanto, que fique claro que não busco relações amorosas, flertes ou qualquer coisa do gênero.

Enfim, não acho que seja de mau gosto dizer a que vim. Escrevo neste blog há um bom tempo e pretendo continuar. Não vou moderar comentários porque acho desnecessário. Qualquer coisa que venha a ferir a minha índole e também diminuir as pessoas que me leem, meus amigos e também escritores de blogs, será deletada. Eu apagarei comentários que apresentem conteúdo inadequado ou que nada tenham a ver com o que foi por mim escrito.


Faço isso em meu respeito aos meus amigos leitores.
Faço isso porque não fico em silêncio diante da maldade.



Letícia Palmeira

05 abril 2009

domingo é todo dia

Hoje é domingo e muitos saem de casa e enfrentam o sol e o mar. Eu sou meio casulo. Fico em casa, ouvindo Beatles, assisto TV e como bastante caloria. Sou normal e comum. Eu pensei em escrever antes, mas quem me conhece sabe que sou tímida e coisa e tal e assim eu sigo. Mas não posso deixar passar porque é bom, é humano e é perfeito agradecer. A Mariza me convidou e eu aceitei e lá estou eu na Germina. Eu fiquei feliz e mais que feliz e contente demais. Não sou de estragar a festa dos outros e também não estrago a minha. Aproveito até o fim da festa. Então, hoje é domingo, ouço Beatles e agradeço à Mariza Lourenço que me abriu essa porta. E janela também.

Outros agradecimentos, dedico aos amigos que me trazem força e me fazem seguir. Todos vocês. Zélia Palmeira, Lorena Ferrari, Leandro Neres, Germano Xavier, Vidal, João Neto, Márcio Almeida, Beto Canales, Biba, Mai, Elcio, Monday, Glaucia, Du, Narradora, Emiliana e muitos outros amigos que, mesmo que não escrevam em blogues, me acompanham e me ajudam a acreditar.

Quem quiser dar uma olhada na página em que estão meus textos, é só clicar na imagem abaixo:







E, novamente, obrigada Mariza. Vou lembrar sempre. Bondade a gente não esquece e não deixa passar sem perceber.


Beijos.