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Mostrando postagens de junho, 2013

bukowski

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Um alemão que se tornou americano e sobreviveu aos anos mais decadentes dos States e seu universo de grandes talentos hollywoodianos. Comecei a ler Bukowski há dois anos (ou mais — eu nunca lembro a data exata). Refiro-me a ler de verdade. Antes disso, eu apenas lia alguns trechos escritos por ele e considerava que aquilo havia sido escrito por um grande ESCRITOR. Mas eu estava enganada. Bukowski, ou Hank, como costumam denominá-lo, não era somente escritor. Ele era homem. Escrevia como homem e falava como homem, civilizado e cafajeste. Sempre verdadeiro em sua prosa ou em seus poemas, o velho safado diz exatamente aquilo que está entalado. Estou falando de mim. Pois eu busco escritores de acordo com minha necessidade de entender o mundo. Ou, talvez, esquecê-lo de vez. Em meu último aniversário ganhei de uma amiga o livro Amor é tudo que nós dissemos que não era , organizado e traduzido por Fernando Koproski. Não o li de imediato, assim como fiz com outros livro...