sol, névoa e algum verão
Verão. Faz sol. Mais que chuva. E venho por meio deste (texto?) falar de um livro. Ano passado estive ausente de minhas crônicas porque senti necessidade de escrever algo que se alargasse em tamanho. Embora existam contos mais longos que novelas ou outros gêneros textuais, eu quis escrever um romance. Talvez eu tenha sido atacada pela vaidade máxima que se apodera de alguns autores. Ou talvez tenha sido por uma vontade simples; como ir ao cinema ou molhar as plantas. É isto. Eu escrevi um romance porque senti vontade de molhar as plantas. A diferença está na elaboração da tarefa. Mas não irei falar sobre escrever romances ou dar dicas e cometer o pecado de dizer que foi fácil ou difícil. Apenas foi. Por alguns dias, me sentei por duas horas ou mais, e me deixei levar por uma história simples, mas que precisava ser contada. Um personagem crescia diante do outro, um conflito surgia a cada passo em que eu me deixava contar o que estava para acontecer. Não foi truque de mágica o...