06 dezembro 2010

um gato entre os pombos







Edição 43 do site escritoras suicidas.
E eu inventei de estar lá.


E, através do mundo virtual (Este que muitos falam mal, mas estão todos aí, conectados, vidrados, viciados e coisa e tal), conheci Neusa Doretto (poeta que escreve o blog Poesia Rápida). N. Doretto também tem seu espaço no escritoras suicidas. Eu recomendo.





E adoro este título (Um gato entre os pombos)
Livro de Agatha Christie.









É isso.
Um abraço para todos.
E um beijo especial para o Papa e o Rei da Noruega.
















Agradeço à Mariza Lourenço pelo convite.

9 comentários:

Zélia disse...

O que dizer? Parabéns!

Sabe, Bukowski é múltiplo - big news! Entre suas faces, a de um velho louco e rabugento. Por outro lado, vem a face de um gênio que sabe dizer e diz o que quer. Mesmo quando o que é dito corre o risco de não atingir seu alvo. Escritor não precisa de leitor? Não! Escritor não precisa de qualquer leitor. Escritor não precisa de leitor fajuto. Escritor precisa de leitor que saiba ler, antes de qualquer coisa. E que fale pouco, talvez. Não como eu! kkkkk

Eu já conhecia o site. É bem trabalhado e traz uma coisa que gostei muito. O fato de o escritor ter que postar textos inéditos. Assim, não se aproveita "rebaba" de outro site. É como se isso exigisse (e exige!) mais do escritor. Afinal, é como se ele fosse colocado à prova. Ele se põe a preparar um texto específico para um local e uma finalidade específica.

Quanto aos textos que vc postou em "Escritoras Suicidas" (Bastante sugestivo o nome!!!), os três são diferentes mas eu vejo uma ligação entre eles.

Em Canção em Trezenas, gostei do jogo entre a luz e escuridão. Luz forte demais também cega e na escuridão, olhos bem abertos podem ver.

Depois de cegos ou adormecidos pela luz, Adormecidos traz mensagem bastante significativa. Esquecer de si mesmos é mal pior. Já imaginou viver como algo "que o tempo esqueceu de enterrar"? Poor people!

Do chapéu à ninharia, fazemos muitas descobertas. Nada melhor que fuçar quinquilharias para nos descobrirmos. É, também, um momento de encontrarmos a luz depois da escuridão. Momento para a descoberta que pertencemos a quem não nos mereceu. Culpá-lo, concordo, seria ridículo. Culpar-nos? Talvez por "quase um segundo". Não mais! É arrastar só o que ainda nos serve e viver!

Agora, me calo em respeito a Bukowski. :D

Zélia disse...

E esqueci de falar. Adoro gatos e gosto de pombos. Fico imaginando afesta de Lili entre os pombos. Tadinha... Ficaria na vontade. Não deixo ela pegar passarinhos. Embora, às vezes, ela me desobedeça... :(

NDORETTO disse...

“Dizem que não se leva nada dessa vida. Então não acumulo. Vivo tudo.”

Essa frase é sua, das últimas postagens. Eu gostei tanto que comentei no salão de beleza. Sabe quando você come, acha bom e oferece aos amigos? Conto que você existe e escreve todas as barbaridades da paixão e da vida. Que você satiriza o amor e quer que ele se dane. Felicidade ou morte. Alegria à prova da água. Juventude madura ditando as regras.
Agora, eu, leitora dos seus ensaios, me delicio com as coisas que leio aqui: a intensidade do dia-a dia, o movimento da vida e o amor sempre mexendo.
Parece que você executa a sinfonia do tudo ou nada, trazendo o leitor pra fantasia urgente do ser : viver feliz.
Olha o slogan para o seu out-door:
“ Ler Letícia Palmeira é como ir ao cinema. Tamanho é o prazer. “
________________________

Adoro todas as vezes que “você se mata, suicida !’
*Essa homenagem me comove e me gratifica.

Beijo da premiada
NDoretto

Letícia Losekann Coelho disse...

Legal, guria!! Vou lá conferir!
Beijos :)

Felipe disse...

Lê, os três textos publicados no "Escritoras Suicidas" são obras primas!!!

"canção em trezenas" é visceral, e tem povoado minha mente, o desfecho é sem dúvida alguma a coisa mais profunda que já li, e ecoa!

"Que será dor? Que será cura? Que será luz para a mulher que enfim enxerga o nocivo efeito de um homem sem amor?"

Bravooooooo!!!!!

"adormecidos" é outro texto grandioso, sincero e profundo, decencia como há tempos não se via, tua escrita é sagrada, Lê!Genial e etc e tal!


"do chapéu a ninharia" perfeito! sagrado!

Aqui encerro meu longo e gasto comentário!

Beijo...Fê

Letícia Palmeira disse...

Fê, se você é gasto, eu sou a bisavó de Papai Noel. Adoro te ver por aqui. E eu não reli texto algum. Não consigo. Por isso você existe (Além de). Para reler e comentê e ser belê com a Lê. =)

Pedro Avillar disse...

Li tudo e vou usufruir das palavras da amiga NDoreto: [Ler Letícia Palmeira é como ir ao cinema. Tamanho é o prazer.] Orgulho por ser teu leitor, Lê. Além de escritora grandiosa, você é humilde e muito HUMANA.
Beijo aqui de Sampa.

Thomaz Ribeiro disse...

É o caminho natural dos escritores que estão sendo reconhecidos.Nada mais justo.

Mara faturi disse...

Afffff, e nós aqui entre prelimi(N)ares deliramos entre a poesia e a prosa ( tb se goza)!!!!!
Bárbaro tudo por aqui!
Bem-vinda bisa do Noel ao "Curta";))
bjo